| "Porque nos somos para com Deus o seu bom perfume". |
quarta-feira, 11 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Desejo um pouco de tudo...
AMOR FÉ PACIÊNCIA PAZ DEDICAÇÃO
HUMILDADE COMPETÊNCIA SONHOS COMPREENSÃO
FORÇA BONDADE PERSISTÊNCIA SABEDORIA
VONTADE DE APRENDER VONTADE DE ENSINAR
CRIATIVIDADE AMIZADE CONFIANÇA
VERDADE ALEGRIA
Tenha de
tudo um pouco...
Seja muito feliz!
E uma semana abençoada!
JESUS BRILHA EM VOCÊ!
A minha família é a maior bênção que Deus
poderia me conceder.
![]() |
| N. E. O. Q. E. A. V. |
As corujas são símbolo da pedagogia devido à inteligência ...
"A principal meta
da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não
simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam
criadores, inventores, descobridores.” (Piaget, Jean.Early childhood education. 1991/pg 97)
Símbolo que representa o olhar do Psicopedagogo
Este símbolo representa o olhar do Psicopedagogo, com o propósito de caracterizar nossa área de atuação, representando
o Psicopedagogo com suas características próprias.
As voltas estão dispostas de forma a representar a
aprendizagem do indivíduo. O círculo central representa o indivíduo em processo
para a aquisição de conhecimento, chegando ao fim com mudanças perceptíveis
(círculo vermelho).
JESUS BRILHA EM NÓS!
Thaís Toledo Rocha: Como
Deus nunca erra na entrega de seus pedidos, siga em frente sem murmurar ou
duvidar.
O espinho de hoje... será a flor de amanhã !
O espinho de hoje... será a flor de amanhã !
O nosso sincero agradecimento a excelente
profissional que você é.
segunda-feira, 2 de julho de 2012
Sou leitora, amante da literatura em geral... sou eclética, ...
Cabe ao educador ensinar,
direcionar e, ao mesmo tempo, reconhecer-se como aprendiz, nutrindo o anseio
permanente de aperfeiçoar-se sabendo que não existe uma formula pronta e acabada,
pois o aprendizado acontece todos os dias de nossas vidas e que o uso das
tecnologias, por si só não produz melhoria da qualidade de ensino.
Como
ressalta Rubem Alves:
"'Há escolas que são gaiolas e há escolas que são asas."
Família & Escola
Valores
humanos
na
Educação
Uma
nova prática na sala de aula
Minha
esperança é que possamos criar pessoas com valores, como na história que conto
a seguir, de Roberto Shinyashiki, médico e escritor.
“Contam que
um homem, seu cavalo e seu cão caminhavam por uma estrada. Depois de muito
andar, esse homem se deu conta de que ele, o cavalo e o cão haviam morrido num
acidente”.
A caminhada era muito longa, morro acima, e
o sol estava forte, o que os deixou suados e com muita sede. Precisavam
desesperadamente de água. Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico,
todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro
da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina.
O caminhante dirigiu-se ao homem que, numa
guarita, guardava a entrada.
“Bom-dia” cumprimentou.
“Bom-dia”, respondeu o outro.
“Que lugar é esse, tão lindo?”
“Isto aqui é o céu.”
“Que bom que nós chegamos ao céu, pois
estamos com muita sede”, disse o caminhante.
“O senhor pode entrar e beber água à
vontade”, respondeu o guarda, indicando a fonte.
“Meu cavalo e meu cachorro também estão com
sede.”
“Lamento muito”, disse o guarda, “mas aqui
não se permite a entrada de animais”.
O homem ficou muito desapontado porque sua
sede era grande, mas ele não beberia deixando seus amigos com sede. Assim,
prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminhar morro acima, com
sede e cansaço multiplicados, chegou a um sítio cuja entrada era emoldurada por
uma porteira velha, semi-aberta.
A porteira se abria para um caminho de
terra, com árvores dos dois lados. À sombra de uma delas, um homem deitado, a
cabeça coberta por um chapéu, parecia dormir.
“Bom-dia”, cumprimentou o caminhante.
“Bom-dia”, o homem respondeu.
“Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu
cachorro”.
“Há uma fonte naquelas pedras”, disse o
homem, indicando o lugar. “Podem beber à vontade.”
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a
fonte e mataram a sede.
“Muito obrigado”, ele disse ao sair.
“Voltem quando quiserem.”
“A propósito”, perguntou o caminhante, “qual
é o nome deste lugar?”
“Céu.”
“Céu? Mas o homem da guarita ao lado do
portão de mármore disse que lá era é o céu!”
“Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.”
O caminhante ficou perplexo.
“Mas então”, disse ele, “essa informação
falsa deve causar grandes confusões.”
“De forma nenhuma”, respondeu o outro. “Na
verdade, eles nos fazem um grande favor, pois lá ficam aqueles que são capazes
de abandonar até os melhores amigos.”
Que essa
história nos inspire a jamais abandonar nossos valores.
Grande abraço!
Pedagoga: Elizangela Delfino Mendonça Martins.
Assinar:
Postagens (Atom)


